- Agitação típica dos meninos não é inata
- Psicólogo transexual e travesti pode colocar nome social na carteira
- A influência dos genes na escolha do parceiro
- Mulheres são mais fortes após o fim de um relacionamento, afirma psicólogo
| Agitação típica dos meninos não é inata Posted: 08 Jul 2011 02:06 AM PDT Em geral, os bebês do sexo masculino são mais ativos fisicamente. E essa característica persiste por toda a infância. Mães e pais exaustos sabem bem que os meninos chutam, balançam os braços e correm pela casa bem mais que as garotas. A diferença pode se manifestar antes do nascimento, embora nem todos os exames pré-natais revelem diferenças de movimento fetal entre os sexos.Ainda assim, a disparidade é clara durante o primeiro ano e tende a aumentar, segundo análise de mais de 110 estudos realizada pelo psicólogo Warren Eaton, da Universidade de Manitoba, no Canadá. A pesquisa revela que meninos são, em média, mais ativos do que 70% das meninas – diferença maior do que a observada em relação a habilidades linguísticas e matemáticas. |
| Psicólogo transexual e travesti pode colocar nome social na carteira Posted: 08 Jul 2011 01:52 AM PDT O Diário Oficial da União publicou em 24/06/2011 uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que autoriza psicólogos transexuais e travestis a incluir na carteira de identidade profissional um nome social pelo qual desejam ser chamados.Segundo a resolução nº 14, datada de 20 de junho de 2011, o nome social do profissional será inserido no campo de “observação” da carteira. |
| A influência dos genes na escolha do parceiro Posted: 08 Jul 2011 12:52 AM PDT O que faz com que você se interesse e se apaixone por esta ou por aquela pessoa? E o que o faz simplesmente “nem cogitar” aproximar-se de alguém? As possibilidades são inúmeras. Há teorias bastante prováveis, por exemplo, que consideram, entre outros fatores, as influências inconscientes, os nossos modelos de homem e mulher e os relacionamentos desenvolvidos ainda na infância. |
| Mulheres são mais fortes após o fim de um relacionamento, afirma psicólogo Posted: 08 Jul 2011 12:23 AM PDT O psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor da faculdade de Psicologia da USP e autor do livro “Relacionamento Amoroso”, respondeu a perguntas da internet sobre paixão e amor.Ele explicou que as pessoas perdem a concentração quando se apaixonam porque há um pensamento fixo, e as outras coisas se tornam secundárias. O amor, nesse caso, “possui” o indivíduo, tira-o dos eixos e pode atrapalhar as atividades cotidianas. Por outro lado, dá energia, otimismo, coragem, ousadia e motivação |
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O Diário Oficial da União publicou em 24/06/2011 uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que autoriza psicólogos transexuais e travestis a incluir na carteira de identidade profissional um nome social pelo qual desejam ser chamados.
O que faz com que você se interesse e se apaixone por esta ou por aquela pessoa? E o que o faz simplesmente “nem cogitar” aproximar-se de alguém? As possibilidades são inúmeras. Há teorias bastante prováveis, por exemplo, que consideram, entre outros fatores, as influências inconscientes, os nossos modelos de homem e mulher e os relacionamentos desenvolvidos ainda na infância.
O psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor da faculdade de Psicologia da USP e autor do livro “Relacionamento Amoroso”, respondeu a perguntas da internet sobre paixão e amor.
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